Para quem monta ponto em evento

O evento inteiro cabe em dois dias. O que der errado ali não tem segunda chance.

Festival, evento aberto de rua, carnaval, jogo, show, praça de alimentação: o dinheiro do mês pode passar em poucas horas, com gente que você mal conhece atrás do balcão e sem uma barra de sinal. O Operô existe para o seu ponto continuar vendendo, e continuar sendo contado, mesmo assim.

Ver o Operô funcionando Antes disso, quero entender meu ponto: Raio-X do Escuro
Chapa cheia de hambúrgueres com queijo no rush do evento, com a mão do operador virando o bacon.
Chapa cheia: a hora em que o ponto não pode falhar

Ver os planos · a demonstração abre sem cadastro e sem cartão, e é só leitura: dá para olhar tudo, mas não dá para operar nela.

O aperto de quem vive de pico

Sinal e logística

A rede do local trava com o público inteiro em cima dela. Sistema que depende de internet simplesmente para.
A reposição sai do caminhão no meio do rush, correndo, e ninguém anota quanto desceu em cada viagem.

O ponto e o caixa

Entra dinheiro vivo num volume que você não vê no dia a dia, passando por várias mãos ao mesmo tempo. No domingo à noite sobra caixa contado, mercadoria de volta e a sensação de que faltou alguma coisa no meio.
Em evento de rua, o ponto é decidido no dia e às vezes muda no meio do evento. O espaço ou o cachê pago ao produtor entra numa conta e some — no fim, ninguém sabe se aquele ponto se pagou.

Equipe e tempo

A equipe é montada na hora e troca a cada edição. Às vezes tem gente que você nunca viu vendendo no seu nome.
O evento é de um a três dias. Não existe semana que vem para corrigir: o que se perder ali, se perdeu.

Como o Operô resolve

Sinal e logística

Sem internet, a venda continua O app do operador registra tudo no próprio aparelho e sincroniza quando o sinal volta. Em evento, sinal zero é o normal, não a exceção. Por isso o Operô foi construído assim desde o primeiro dia.
Reposição vira número, não corrida Cada descida do caminhão é registrada e avisa na hora. No fechamento ela soma à carga daquele ponto, então a conta do que foi levado continua fechando depois de três viagens.

O ponto e o caixa

Dinheiro vivo com caminho próprio A venda é registrada por forma de pagamento, então dinheiro, Pix, crédito e débito não se misturam. No fim, o Operô cruza mercadoria, vendas lançadas e caixa contado, e mostra onde bateu e onde não bateu.
Resultado por ponto, ou por esquina Cada ponto é uma operação com a sua carga, as suas despesas e o que você pagou para estar ali. Depois de algumas edições você sabe qual tipo de evento repetir com número, não com impressão.

Equipe e tempo

Freelancer aprende no primeiro pedido A venda é por busca, digitando parte do nome do item, em poucos toques. Cada lançamento fica com o nome de quem fez, então você enxerga depois sem precisar vigiar durante o rush.
A impressão nunca segura a fila A venda confirma na hora, sempre. O cupom sai numa trilha paralela e, se a impressora travar ou a bateria acabar, dá para reimprimir depois. No evento não existe segunda chance, e o Operô não deixa um detalhe de hardware virar uma.

Uma conta que vale olhar: o espaço ou o cachê você paga a cada evento. O Operô é uma vez por mês e roda em todas as edições do ano. Ver os planos.

Para quem isto aqui não serve

Se você organiza o evento, leia isto antes

Esta página fala com quem monta ponto de comida dentro do evento. O Operô é o sistema operacional de uma operação gastronômica, então ele não credencia expositor, não monta a praça com vários vendedores independentes e não faz repasse de comissão sobre a venda dos outros. Melhor dizer agora do que você descobrir depois de assinar.

O que ele faz, e talvez seja o que te interessa: cada barraca da sua praça passa a fechar o próprio caixa no fim da noite, com o número certo, em vez de sumir com a conta. Se você produz evento e quer conversar sobre isso, fale com a gente. A gente ouve.

Se você faz um evento por ano, não assine

O Operô é assinatura mensal e foi feito para quem roda várias edições ao longo do ano, com mais de um ponto ou com gente vendendo no seu lugar. Se a sua agenda é um evento por ano e você mesmo atrás do balcão, um caderno resolve e custa zero. A gente prefere perder o cadastro a ganhar o cancelamento no mês seguinte.

E uma dita na lata: o Operô não emite nota fiscal. Ele cuida da operação, da venda ao fechamento. A parte fiscal continua com você e com a sua contabilidade.

Leve o roteiro pro próximo evento

Um checklist e dois guias gratuitos, escritos para quem monta, vende e desmonta no mesmo fim de semana. Sem cadastro para ler.

O evento não espera você organizar a informação depois. O Operô existe para o pico passar com o ponto vendendo e a conta fechando no mesmo dia.

Ver o Operô funcionando Fazer o Raio-X do Escuro

Ver os planos · a demonstração abre sem cadastro e sem cartão, e é só leitura.

Seu caso é outro?

Se você é o dono, o caixa e a chapa do seu truck, se roda o circuito de feiras em condomínio, ou se comanda vários pontos de longe, a conversa muda um pouco.